terça-feira, 10 de julho de 2007

10/07-2007 - um primeiro dia

um encontro com os quatro primeiros momentos

1) um futuro fragmento diálogo com talvez um médico imaginário
- o que é que você dá aos seus amigos que faz com que eles te apóiem tanto?

2) devaneio de vozes
- lembre da luz e acredite na luz

3) ode a angústia e ao suicídio
- sinto que o futuro é desesperançoso e que as coisas não podem melhorar
- isso está se tornando minha rotina

4) números - vidas
- 100, 91, 84, 81...

eu queria que ele relaxasse, eu queria que ele se limpasse de toda sujeira no seu corpo e sua alma, eu queria que ele começasse a ter noção do corpo e do estado, eu queria que ele conseguisse a disciplina e a espontaneidade nascendo em seu corpo...

é só um começo, ele não ultrapassou seus 10%

e de um conforto pleno e relaxado ele foi para um extase de fadiga sem controle

voltamos ao texto narrado

e então ele teria que alcançar os céus
quase...

em seguida sua escrita sem pensamentos, sem paradas, livre e solta:

"A morte e a vida começam juntas, mas a morte vive mais porque acaba depois
Viver é sempre e nunca é nada e tudo é sempre pra que mais nada nunca morra e viva morrendo vivendo querendo morrer melhor viver morrer vivendo e viver feliz saber amar antes de drogar a última lágrima de dor antes de qualquer estupor antes de um..."
Rodrigo Márquez

Eu quero uma ação nova, um gesto limpo de qualquer estereótipo, limpo de qualquer signo de fácil acesso, encontrar o que seja mais interior e mais inteiro possível em um movimento...

difícil

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